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Litania para eleição episcopal e anúncios do Natal e Epifania

Litania para eleição episcopal Anúncio da Epifania Anúncio do Natal Ler mais »

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Novas liturgias para final de Advento e Natal

Devoções das Luzes de Natal Bênção do Presépio Festival de Lições e Cânticos de Natal Antífonas do Ó Ler mais »

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Liturgias de Lições e Cânticos para o Advento e o Natal

A Comissão Nacional de Liturgia disponibiliza mais duas opções litúrgicas que virão a fazer parte de nosso futuro Livro de Serviços Ocasionais. Trata-se dos festivais de nove lições para o Advento e Ler mais »

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Liturgia para Coroa do Advento

Ao aproximarmo-nos de um novo ano litúrgico, aproveitamos a oportunidade para submeter a análise e utilização da comunidade anglicana brasileira nossa sugestão para liturgia de acendimento das velas da coroa do Advento. Ler mais »

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Liturgias de Ação de Graças e Ágape

Mensagem do Bispo Primaz pelo Dia de Ação de Graças Vamos à presença dele com ações de graças; vamos aclamá-lo com cânticos de louvor. Pois o Senhor é o grande Deus, o Ler mais »

Ofícios Funerais e Memoriais

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Durante dois anos, disponibilizamos nesta página diversas versões preliminares das liturgias que compõem o Livro de Oração Comum (LOC) 2015 da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. Entretanto, é entendimento da Comissão Nacional de Liturgia que, até que tenhamos uma versão digital, em pdf, do texto definitivo do LOC 2015, as liturgias provisórias que aqui estavam devem ser retiradas, por não se conformarem ao texto exato que foi aprovado e publicado.

Sugere-se que pessoas interessadas em obter os textos do Livro de Oração Comum adquiram exemplares diretamente junto à Secretaria Geral da IEAB, no e-mail sec.geral@ieab.org.br

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Santo Matrimônio

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Durante dois anos, disponibilizamos nesta página diversas versões preliminares das liturgias que compõem o Livro de Oração Comum (LOC) 2015 da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. Entretanto, é entendimento da Comissão Nacional de Liturgia que, até que tenhamos uma versão digital, em pdf, do texto definitivo do LOC 2015, as liturgias provisórias que aqui estavam devem ser retiradas, por não se conformarem ao texto exato que foi aprovado e publicado.

Sugere-se que pessoas interessadas em obter os textos do Livro de Oração Comum adquiram exemplares diretamente junto à Secretaria Geral da IEAB, no e-mail sec.geral@ieab.org.br

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Mais atualizações na Santa Eucaristia

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Relembrando algumas breves considerações sobre os ritos:

1) Simplificação na variedade de responsos e rubricas. As rubricas no corpo do texto são destinadas ao povo como um todo. As rubricas destinadas à pessoa que celebra, ou oficia, estão todas condensadas nas primeiras páginas do rito. Isso permitirá o uso do LOC com mais facilidade por pessoas desacostumadas com o livro. A variedade de cores e títulos também ajuda na distinção entre rubricas e texto.

2) Linguagem inclusiva em relação à humanidade e, na medida de possível, em relação a Deus.

3) Rito 1 apresenta roupagem mais penitencial e tradicional, que poderá ser usado, sobretudo, nas quadras e ocasiões penitenciais.

4) Rito 2 apresenta um caráter mais inovador, e é disposto com cinco orações eucarísticas, sendo duas completamente novas. Em breve, deverá ser publicada uma sexta oração eucarística para o Rito 2.

5) Remoção da cláusula filioque do Credo Niceno, em atendimento a acordos interanglicanos e anglicano-ortodoxos firmados no passado recente.

6) Prefácios, bênçãos e coletas seguem o princípio de expansão das visões sobre Deus, e da inclusão de todos os gêneros no culto.

Solicitamos às comunidades que comecem a usá-los, opinando sobre os mesmos nos canais de contato. O LOC é nosso patrimônio, nosso jeito de ser. Vamos ajudar a construir nossa identidade a partir da oração comum.

Linguagem inclusiva? O que é isso?

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O uso de linguagem inclusiva foi um dos princípios que a presente Comissão Nacional de Liturgia adotou na revisão e elaboração de liturgias para o nosso novo LOC. Em toda parte, pode-se observar que pequenas mudanças foram feitas de modo a refletir esse princípio de forma mais evidente. É preciso que nossa liturgia estenda o entendimento que temos de Deus e da humanidade, como testemunho de que a humanidade – independente de gênero – é feita à imagem e semelhança de Deus. Por isso que algumas de nossas orações evocam – de forma mais evidente – a maternidade de Deus.

Damos graças, sobretudo, pela oportunidade de sermos uma comissão com uma maioria de mulheres – fato inédito. Também agradecemos a Deus por termos uma custódia do Livro de Oração mulher. Nós, enquanto grupo onde mulheres têm voz, podemos enxergar seus problemas de exclusão de maneira mais clara – algo que os homens só vivem em teoria, sem que seja experiência de vida.

Assim, expressões como “Pai materno” são formas de expressar, teologicamente, que Deus tem caracteristicas paternas e maternas ao mesmo tempo. Tal entendimento ecoa a tradição da Igreja, como Juliana de Norwich e Anselmo de Cantuária, bem como a metáfora bíblica da galinha e seus pintinhos. Deus não pode ser encapsulado num só gênero. Deus transcende a noção de gênero. Por isso, adotamos também referências mais expansivas, com o uso de certas metáforas, como “Fonte, Raiz, Origem”, etc. bem como outros nomes que expandem nossa visão de Deus.

Isso não exclui o uso de fórmulas tradicionais com implicações teológicas, como o batismo proferido em nome do “Pai, do Filho e do Espírito Santo”, mas permite contrabalançá-las com outras expressões que remetem à tradição, e também à inspiração divina que se manifesta na contemporaneidade.

As rubricas, doravante, também fazem menção à possibilidade de que pessoas leigas e ordenadas, de todas as ordens, não necessariamente serão do gênero masculino. Nada mais natural numa igreja que estende a todos os gêneros a possibilidade de acesso às diferentes ordens e ministérios.

Quaisquer sugestões, continuamos disponíveis para comunicações via site. É só preencher um formulário de contato. Contamos com a sua opinião!

Em Jesus Cristo, onde começa a fundação do amor maternal. (Juliana de Norwich)

Comissão Nacional de Liturgia.

Liturgias para a Semana Santa

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Nos links a seguir, você encontrará abaixo as versões mais completas dos ritos de Semana Santa, atualizados segundo os princípios do novo Livro de Oração Comum (simplificação de rubricas, uso de linguagem expansiva). Coletas e leituras seguem o prescrito no novo lecionário e na nova proposta de ritos eucarísticos.

Domingo de Ramos – .doc

Quinta-Feira Santa (inclui Liturgia de Unidade da Igreja e Liturgia da Última Ceia) – .doc

Sexta-Feira da Paixão (inclui Liturgia Tradicional, Via Crucis e Sete Palavras da Cruz) – .doc

Sábado Santo – .doc

Grande Vigília Pascal – .doc

Solicitamos às comunidades que tentem usá-los, opinando sobre os mesmos nos canais de contato. Agradecemos a dedicação de nosso povo fiel!

Atualizações na Santa Eucaristia

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Baixem nos links abaixo as versões mais completas dos ritos da Santa Eucaristia, já contendo coletas para todo o ano cristão e intercessões para as quadras.

Santa Eucaristia

Relembrando algumas breves considerações sobre os ritos:

1) Simplificação na variedade de responsos e rubricas. As rubricas no corpo do texto são destinadas ao povo como um todo. As rubricas destinadas à pessoa que celebra, ou oficia, estão todas condensadas nas primeiras páginas do rito. Isso permitirá o uso do LOC com mais facilidade por pessoas desacostumadas com o livro. A variedade de cores e títulos também ajuda na distinção entre rubricas e texto.

2) Linguagem inclusiva em relação à humanidade e, na medida de possível, em relação a Deus.

3) Rito 1 apresenta roupagem mais penitencial e tradicional, que poderá ser usado, sobretudo, nas quadras e ocasiões penitenciais.

4) Rito 2 apresenta um caráter mais inovador, e é disposto com cinco orações eucarísticas, sendo duas completamente novas. Em breve, deverá ser publicada uma sexta oração eucarística para o Rito 2.

5) Remoção da cláusula filioque do Credo Niceno, em atendimento a acordos interanglicanos e anglicano-ortodoxos firmados no passado recente.

6) Prefácios, bênçãos e coletas seguem o princípio de expansão das visões sobre Deus, e da inclusão de todos os gêneros no culto.

Solicitamos às comunidades que comecem a usá-los, opinando sobre os mesmos nos canais de contato. O LOC é nosso patrimônio, nosso jeito de ser. Vamos ajudar a construir nossa identidade a partir da oração comum.

Liturgia de Quarta-Feira de Cinzas

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Baixe aqui a liturgia de Quarta-Feira de Cinzas, que é mais um recurso litúrgico a constar do nosso novo Livro de Oração Comum, o qual será publicado ainda neste ano de 2015.

Liturgia de ação de graças pelo nascimento ou adoção de uma criança

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Baixe aqui a liturgia de ação de graças pela adoção ou nascimento de uma criança, que é mais um recurso litúrgico a constar do nosso novo Livro de Oração Comum, o qual será publicado ainda neste ano de 2015.

O que é a cláusula “filioque” e por que ela foi removida?

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Na reunião da Câmara dos Bispos, realizada em 03/09/2014, em São Paulo, foi aprovada a proposta de remoção da cláusula filioque dos novos ritos do LOC 2015. Essa foi uma requisição da Comissão Nacional de Liturgia.

Mas o que é a cláusula “filioque”?

O palavreado original do Credo Niceno “que procede do Pai, e com o Pai e o Filho é adorado e glofificado” foi acordado no Concílio Ecumênico de Constantinopla. Na metade latina da igreja, a frase foi alterada a fim de incluir o texto “que procede do Pai e do Filho”, expressa na palavra latina “filioque”. Essa adição foi feita num concílio regional do século VI, em Toledo, Espanha. Nessa região, muitos Cristãos tinham sido originalmente arianos, que negavam a divindade plena do Filho. O sínodo aparentemente acreditava que a repetição litúrgica da cláusula filioque poderia ajudar os fiéis a entender que o Filho era plenamente Deus. A frase se espalhou até que se tornou convencional na Igreja Latina. Sua inclusão nunca foi autorizada por um Concílio Ecumênico, e nunca foi adotada nas igrejas orientais.

No séculos XVI e XVII, teólogos anglicanos foram unânimes ao alegar que as únicas bases da doutrina eram Escritura e os ensinamentos da Tradição da Igreja Indivisa (ou seja, Concílios Ecumênicos). Sem saber que a cláusula filioque havia sido inserida posteriormente, e pensando que sempre fosse parte do credo, os anglicanos a retiveram, e alguns chegaram a descrever, em extensão, o motivo pelo qual os gregos a haviam “apagado”. O uso contínuo da cláusula filioque continua sendo uma razão de irritação entre igreja orientais e ocidentais.

Em 1976, os membros da Comissão de Diálogo Anglicano-Ortodoxa concordaram que o filioque não deveria ser incluído no credo porque havia sido introduzido sem a autoridade de um Concílio Ecumênico.
Em 1978, a Conferência de Lambeth recomendou que as igrejas da Comunhão Anglicana considerassem omitir o filioque do Credo Niceno.
A Convenção Geral de 1985, da Igreja Episcopal, recomendou a restauração do palavreado original do Credo, uma vez que essa ação foi aprovada pela Conferência de Lambeth e pelo Conselho Consultivo Anglicano.
A mudança foi endossada pela Conferência de Lambeth de 1988.
Em 1990, na Reunião do Conselho Consultivo Anglicano e em 1993, na Reunião conjunta dos Primazes e do Conselho Consultivo Anglicano, foi aprovado o seguinte:

Resolution 19: Filioque Clause

Resolved, that this Joint Meeting of the Primates of the Anglican Communion and the Anglican Consultative Council, urges the Provinces and Member Churches of the Anglican Communion to respond to the requests of the 1978 and 1988 Lambeth Conferences, ACC-4, and ACC-8, that, in the words of Lambeth 1988, ‘in future liturgical revisions the Niceno-Constantinopolitan Creed be printed without the Filioque clause’, and to inform the Office of the Anglican Communion of their action.

Resolvido, que esta Reunião Conjunta dos Primazes da Comunhão Anglicana e do Conselho Consultivo Anglicano urge as províncias e Igrejas-membro da Comunhão Anglicana a responder às requisições das Conferências de Lambeth de 1978 e 1988, ACC-4 e ACC8, para que, nas palavras de Lambeth 1988, “revisões litúrgicas futuras do Credo Niceno-Constantinopolitano sejam impressas sem a cláusula Filioque”, e a informar o Escritório da Comunhão Anglicana de sua ação.

A Convenção Geral de 1994, da Igreja Episcopal, aprovou a remoção do filioque na revisão seguinte de seu LOC. A série Enriching our Worship, de ritos experimentais, já exclui o trecho “e do Filho” do Credo Niceno.

Nas Conferências de Lambeth 1998 e 2008, o Credo Niceno foi escrito com a redação original de Niceia-Constantinopla (sem o filioque).

O LOC 2015, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, seguirá a decisão exarada pelo Conselho Consultivo Anglicano e pela Reunião dos Primazes, omitindo a cláusula filioque de sua revisão litúrgica. Para os fiéis, pouco muda, uma vez que nosso catecismo e material teológico já tentava harmonizar uma visão ecumênica, alertando que a procedência do Espírito pelo Filho, na verdade seria um “envio” pelo Filho, através do Pai. De agora em diante, poderemos, mais apropriadamente enfatizar esse raciocínio. O Filho envia, mas o Espírito procede do Pai. Este é o testemunho de João 15:26.

Novas liturgias para a Santa Eucaristia

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Dando continuidade aos trabalhos da Comissão Nacional de Liturgia, apresentamos aqui, e na página do Livro de Oração Comum, os ofícios provisórios da Santa Eucaristia (ritos 1 e 2), prefácios próprios, bênçãos e coletas.

Os mesmos podem ser baixados nos links a seguir:

Santa Eucaristia

Algumas breves considerações sobre os ritos são as seguintes:

1) Simplificação na variedade de responsos e rubricas. As rubricas no corpo do texto são destinadas ao povo como um todo. As rubricas destinadas à pessoa que celebra, ou oficia, estão todas condensadas nas primeiras páginas do rito. Isso permitirá o uso do LOC com mais facilidade por pessoas desacostumadas com o livro.  A variedade de cores e títulos também ajuda na distinção entre rubricas e texto.

2) Linguagem inclusiva em relação à humanidade e, na medida de possível, em relação a Deus.

3) Rito 1 apresenta roupagem mais penitencial e tradicional, que poderá ser usado, sobretudo, nas quadras e ocasiões penitenciais.

4) Rito 2 apresenta um caráter mais inovador, e é disposto com cinco orações eucarísticas, sendo duas completamente novas. Em breve, deverá ser publicada uma sexta oração eucarística para o Rito 2.

5) Remoção da cláusula filioque do Credo Niceno, em atendimento a acordos interanglicanos e anglicano-ortodoxos firmados no passado recente.

6) Prefácios, bênçãos e coletas seguem o princípio de expansão das visões sobre Deus, e da inclusão de todos os gêneros no culto.

Solicitamos às comunidades que comecem a usá-los, opinando sobre os mesmos nos canais de contato. O LOC é nosso patrimônio, nosso jeito de ser. Vamos ajudar a construir nossa identidade a partir da oração comum.